Comunicação Interna: uma perspectiva de RH
Texto de 2004 do Ronaldo Marques sobre comunicação interna, onde ele trata do assunto a partir de uma perspectiva do RH das empresas.
Relendo o artigo achei interessante observar que pouca coisa mudou desde então, se analisarmos a prática, não as ferramentas.
Ele fala que “ a imagem que os funcionários têm de sua própria organização é a base da imagem externa da empresa. Não existe melhor estratégia de comunicação do que transformar seus funcionários em verdadeiros embaixadores de sua empresa.” -Continuamos pensando da mesma forma e nos utilizando de todo o ferramental possível para atingir esta realidade.
Ele ainda demonstra por meio de estudos, que “as lideranças das empresas precisam restaurar a credibilidade de seus esforços de comunicação com seus funcionários”, e complementa exemplificando que a “comunicação interna é como ser um pai na educação dos filhos: é preciso primeiro acreditar no discurso (credibilidade) dar o exemplo, (praticar) para poder influenciar o comportamento dos filhos (funcionários)”.
Parece tudo muito óbvio e simples. Mas não é. Se fosse, as empresas não investiriam cada vez mais pesado em recursos humanos e tecnológicos para atingir seus públicos internos e tornar a imagem da empresa cada vez mais interessante e assimilável aos seus funcionários.
Hoje falamos muito em internet, mídias sociais, intranet e outros recursos tecnológicos, deixando de lado, muitas vezes, o famoso corpo a corpo; a comunicação pessoal presencial.
Quem é que não gosta de ser recebido com um caloroso bom dia e/ou de ter 5 minutos para um café com bate papo junto aos amigos do trabalho.
Para Marques, “parte da solução está em entender que a comunicação interna é um esporte coletivo, ou seja, não pode ser função deste ou daquele departamento. É função de todos! Principalmente do profissional de Recursos Humanos e de treinamento”.
“A comunicação interna é uma via de mão dupla, portanto, tão importante como comunicar é saber escutar. Escutar com sinceridade e genuíno interesse em agir sobre a informação recebida”, finaliza.
Grandes soluções não dependem sempre de grandes investimentos, porém estarão sempre ligadas a boas ideias e ações bem executadas.
Você pode ler o artigo do Ronaldo marques em: http://www.rh.com.br/Portal/imprima.php?cod=3715

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